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Rui Sanches
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Rui Sanches

Rui Sanches Nasceu em Lisboa, em 1954, cidade onde vive e trabalha. Estudou em Lisboa no Ar.Co, em Londres no Goldsmiths’ College (B.A. 1980) e em New Haven na Universidade de Yale (M.F.A. 1982). Entre 1980 e 1982 foi bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian. Em 1984 realizou a sua primeira exposição individual de desenhos na Galeria de Arte Moderna da S.N.B.A. e de escultura na Galeria Diferença, ambas em Lisboa. Desde então tem exposto o seu trabalho em numerosas galerias, museus e centros de arte, em Portugal e no estrangeiro. Das exposições individuais podemos destacar: “Desenhos”, CAM, FCG, Lisboa; “Body Buliding”, Loja da Atalaia, Lisboa; “Rui Sanches, Retrospectiva”, CAM, FCG, Lisboa e “Museum”, Museu Nacional de Arte Antiga, Lisboa. Das exposições colectivas sublinhamos: a representação portuguesa à 19ª Bienal de S. Paulo, “pastfuturetense”, na Winnipeg Art Gallery e na Vancouver Art Gallery, Canadá; “Tríptico”, Europália 91, Museum van Hedendaagse Kunst, Ghent, Bélgica; “From Silence to Light”, Watari-Um, Tóquio, Japão; “Abstract / Real”, Museum Moderner Kunst Stiftung Ludwig, Viena, Áustria; “Dentro y Fuera”, Cáceres, Espanha e “Serralves 2009 – a colecção”, Museu de Serralves, Porto. Durante os anos oitenta o seu trabalho teve como base a desconstrução de pinturas ou géneros da pintura. Pinturas de autores clássicos e neo-clássicos, géneros como o retrato ou a natureza-morta, figuras da mitologia ou da iconografia cristã, foram usados como ponto de partida para esculturas e desenhos. Nestas esculturas tem particular importância a utilização de materiais correntes, sobretudo derivados da madeira, como contraplacado e ripas de pinho, mas também materiais e objectos do quotidiano como panos, candeeiros eléctricos, canos de ferro galvanizado, que introduziam associações poéticas e pictóricas. A partir de 1990 há um progressivo abandono das referências directas à história da arte e consequentemente uma maior liberdade na escolha das formas utilizadas: coexistem as anteriores caixas e ripas em madeira com um processo de empilhamento de camadas de finas placas de aglomerado ou contraplacado. Este processo, que viria a tornar-se hegemónico, permitia, por acumulação de uma sucessão de perfis, dar corpo a volumes orgânicos e antropomórficos. Ao longo dos últimos anos este processo de empilhamento de placas tem convivido com a utilização de outros processos e materiais: placas de vidro, elementos fundidos em bronze, estruturas em ferro, elementos pintados, permitindo uma variedade muito maior no léxico utilizado e uma superior riqueza expressiva.

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